Esteiras Transportadoras para linhas de produção

Esteiras Transportadoras

Esteira Transportadora de Roletes

Esteira Transportadora de Roletes

As soluções ABEMAG para transporte sobre roletes livres, com ou sem motorização, podem ser aplicadas na logística de diversas empresas, desde o transporte de materiais leves, como o transporte de caixas de ovos utilizando roletes de PVC, até o transporte de paletes e peças pesadas sobre roletes de aço.

Esteira Transportadora em Corrente Plástica modelo Plataforma de Poliacetal

Esteira Transportadora em Corrente Plástica modelo Plataforma de Poliacetal

As Esteiras Transportadoras em Poliacetal são ideais para o transporte de cargas com capacidade de trabalho de até 270kgs por pista. Possuem excelente relação custo/benefício e podem ser utilizadas em diversos tipos de aplicação, incluindo a indústria alimentícia e farmacêutica, por ter sua composição em material atóxico.

Esteira Transportadora em Correia de PVC e PP

Esteira Transportadora em Correia de PVC e PP

As esteiras transportadoras em correia de PVC são indicadas para uso em aplicações onde é necessária aderência entre a carga e a correia ou também quando o transporte requer superfície fechada, sem aberturas, para conter o material ou parte da composição sobre a correia, entre outros, consulte a ABEMAG para que possamos lhe indicar o equipamento que irá obter o melhor desempenho para sua aplicação.

Esteira Transportadora Industrial ABEMAG CORRENTE INOX

Esteira Transportadora Industrial ABEMAG CORRENTE INOX

A Esteira Transportadora Industrial ABEMAG com corrente em aço inox é indicada para trabalho pesado, onde a carga de trabalho pode chegar a 480 kgs. Comumente utilizadas para transporte de bombonas e caixas, as esteiras transportadoras com corrente de aço inox podem ser fabricadas em segmentos retos, planos, inclinados e também curvos, de acordo com a necessidade do projeto.

Esteira Transportadora em Corrente Modular

Esteira Transportadora em Corrente Modular

A Esteira Transportadora Modular ABEMAG possui a maior diversidade de configurações, com largura que pode variar entre 85mm e 2000mm. Possuem excelente relação custo/benefício e podem ser utilizadas em diversos tipos de aplicação, incluindo a indústria alimentícia e farmacêutica, por ter sua composição em material atóxico.

Confira um pouco mais dos nossos produtos

Ideais para o transporte aonde o coeficiente de atrito é fator relevante, também aonde não devem haver espaços vazios na pista de transporte, para não possibilitar a entrada ou acúmulo de pó ou produto à granel, como aplicações na indústria farmacêutica ou hospitalares aonde a limpeza é imprescindível. Também possuem a característica de possibilitar a reversão no movimento, ou seja, a pista de transporte pode se mover em dois sentidos, muito utilizada em esteiras transportadoras do tipo Dalla, por exemplo, para carregar e descarregar caminhões.

Correntes com carga de trabalho de até 480 kg por cada pista de transporte em trecho reto. Possibilidade de uso em trechos retos ou curvos. Uma limitação deste modelo é a largura, a plataforma possui largura máxima de 190 mm/pista, porém é possível criar esteiras com diversas pistas em paralelo para solução do problema da largura ou para aumento de resistência da carga de trabalho. A distância entre pistas em paralelos irá ficar com 7 mm.

Esteiras transportadoras para linha de envase

A esteira transportadora é o que transforma equipamentos isolados em linha de produção. Ela leva a embalagem de uma estação à outra em velocidade controlada, mantendo o espaçamento que a seladora, a rotuladora e o datador precisam para trabalhar em fluxo contínuo. Sem ela, cada máquina depende de um operador alimentando peça por peça — e a linha anda no ritmo do mais lento. A ABEMAG TSI fabrica esteiras dimensionadas para integrar com os próprios equipamentos e com máquinas de outros fabricantes.

Por que a esteira define a produtividade da linha

É comum a empresa investir numa seladora automática de alta capacidade e não atingir a produção esperada. Na maioria das vezes o problema não está na máquina: está na alimentação. Um equipamento que sela 5.700 unidades por hora só entrega isso se receber 5.700 frascos por hora, espaçados de forma regular e alinhados sob o cabeçote.

Por isso o dimensionamento da esteira vem junto com o do equipamento, não depois. Velocidade, largura, altura de trabalho e sistema de espaçamento precisam bater com a cadência da linha inteira.

O que definir antes de especificar

  • Formato e peso da embalagem: frasco cilíndrico, pote, caixa ou embalagem flexível — cada um pede lona ou modular diferente e guias específicas.
  • Produção alvo, em unidades por hora, para calcular a velocidade em metros por minuto.
  • Altura de trabalho, que precisa casar com a altura das máquinas já instaladas e com a ergonomia do operador.
  • Comprimento e traçado: reta, em L ou em U, conforme o espaço disponível no galpão.
  • Estações que a esteira serve — envasadora, rosqueadora, seladora, rotuladora, datador — e em que ordem.
  • Ambiente: presença de umidade, produto derramado ou lavagem frequente muda o material da estrutura.

Integração com os demais equipamentos

Nas seladoras de indução automáticas, a esteira precisa manter o frasco centralizado sob o cabeçote e em velocidade constante — frasco parado sob a bobina queima o selo, e por isso o detector de frasco parado costuma ser instalado junto. Nas rotuladoras, o espaçamento entre embalagens é o que evita sobreposição de rótulo, e normalmente exige sem-fim ou guia dosadora. Nos datadores, a velocidade da esteira é o que sincroniza o disparo por sensor.

Quando os equipamentos vêm do mesmo fabricante, esse acerto já sai de fábrica. Quando a linha é mista, vale enviar as fichas técnicas das máquinas existentes antes de fechar o projeto.

Perguntas frequentes

Qual velocidade a esteira precisa ter?

Depende da produção alvo e do comprimento da embalagem. A conta é simples: unidades por minuto multiplicadas pelo espaço que cada unidade ocupa na esteira, incluindo o espaçamento entre elas. Uma esteira mais rápida que a linha não aumenta produção — só espalha as embalagens.

Dá para integrar com máquinas de outro fabricante?

Sim, e é o caso mais comum. O que precisa ser conferido é a altura de trabalho, o sentido de fluxo e a forma de sincronismo — sensor, encoder ou contato seco.

Esteira de lona ou modular?

Lona é mais econômica e adequada a embalagem seca e leve. Modular resiste melhor a umidade, produto derramado e limpeza frequente, e permite curvas. O ambiente decide mais que o preço.

Preciso de esteira se minha produção é pequena?

Nem sempre. Abaixo de algumas centenas de unidades por dia, equipamentos de bancada com alimentação manual costumam resolver com investimento bem menor. A esteira passa a se pagar quando o operador vira o gargalo.

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